A Polícia Federal (PF) recomendou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes que Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, seja incluído no Programa Federal de Assistência a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas. A medida visa garantir a segurança de Cid e de seus familiares.
A sugestão ocorre após Cid iniciar o cumprimento da pena de dois anos em regime aberto, resultante da condenação na ação penal do núcleo 1 da trama golpista. O militar firmou acordo de delação premiada com a PF, relatando fatos ocorridos durante o período em que trabalhou com Bolsonaro.
No início deste mês, ao determinar a execução da pena, Moraes estabeleceu diversas condições: recolhimento noturno, proibição de portar armas, restrição ao uso de redes sociais e proibição de contato com investigados nos processos sobre a trama golpista. Além disso, autorizou a PF a adotar medidas para garantir a segurança de Mauro Cid e de seus familiares.
A recomendação da PF implica que Cid possa manter escolta de agentes federais, continuar com os bens desbloqueados e não utilizar tornozeleira eletrônica, devido aos benefícios da delação premiada.
O ministro Alexandre de Moraes solicitou à Procuradoria-Geral da República (PGR) que emita um parecer sobre a sugestão da PF em até cinco dias.
Da Redação do Jornal Panorama
Com as informações da Agência Brasil
Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil
Jornal Panorama Minas – Grande Circulação no Estado de Minas Gerais – Noticiando o Brasil, Minas e o Mundo – 50 anos de jornalismo ético e profissional
O post PF sugere inclusão de Mauro Cid em programa de proteção a testemunhas apareceu primeiro em Jornal Panorama.

